História

Registrar nossas raízes é preservar a memória dos fatos, detalhes e curiosidades que compõem o nosso motociclismo baiano.

Esta sessão descreve a caminhada da AMO-BA, contada por quem fez e faz a história da nossa Associação.

Aproveite este passeio !!!

 
A AMO-BA é a segunda Associação de Motociclistas, do Brasil, em nível de Estado.

A primeira foi a AMO-RJ, que é a nossa Madrinha, e Aloísio Braz, que era o Presidente, se tornou o Patrono da nossa Associação.

Começando do começo...
Segundo nosso irmão Figueiredo (membro do Conselho), a história da AMO-BA começa no dia 09/12/2000, com Ruiter Franco, que inspirado na AMO-RJ reuniu com Flávio Silva e outros amigos, na sede do Moto Espada, no Município de Cruz das Almas, para conversar sobre a criação da associação de motociclistas da Bahia.

Ali, naquele momento, estava sendo gerado o embrião que iria dar corpo e forma à nossa AMO-BA.

 Em 13/01/2001 fizeram outra reunião, no gramado do Jardim de Alá, em Salvador, quando acontecia o Moto Verão 2001, promovido pelos Estradeiros Moto Estrada. A ideia de organizar a Associação estava "criando vida".


A primeira reunião...
Em 18/08/2001, no Município de Jacobina, aconteceu aquela que foi considerada como a Primeira Reunião com os Sócios-Fundadores da AMO-BA.
Conta Eglaer que, "esse encontro foi articulado pelo irmão Celidalvo, presidente do Cidade do Ouro MC, também gerente da Tropical Motos (Honda), que disponibilizou a sede da Associação Comercial, e pelo amigo Ednaldo Peixoto, da Jacobina Mineração, que patrocinou a hospedagem e alimentação para todos, inclusive transporte para dois convidados muito especiais: o Motociclista Adamastor (Adams), do Moto Clube & Eventos, de Brasília-DF, e Aloísio Braz, Presidente da AMO-RJ, o qual se tornou Patrono da AMO-BA".


Estavam presentes:
Ruiter Franco (Santo Estêvão)
Flávio Silva de Paiva (Cruz das Almas)
Eglaer Nunes Dias (Ilhéus)
Celidalvo Alves (Jacobina)
Luiz Tadeu de Souza Nunes (Porto Seguro)
Jose Moisés Nunes Neves (Maragogipe)
Carlos Roberto Barbosa de Figueiredo (Salvador)
Osvaldo Meron Neves (Salvador)
Humberto Oliveira Albuquerque (Salvador)
Juarecê Lordelo Lima (Salvador)
Alberto Andrade (Itabuna)
Miguel Jairo de Souza (Feira de Santana)
Roberto Francisco Dantas Calil (Simões Filho)
Mário Campos Martins Neto (Salvador)
Jorge Oliveira (Ilhéus)
Waldir Popó Portela ( Salvador)
Chiquinho (Serrinha)
  

Estatuto 
Em 15/12/2001, durante o Bye Bye 2001, no Município de Guanambi, foi aprovado o Estatuto da AMO-BA.

 Em 10/02/2002 foi realizada a Assembleia de Assinatura da Ata de Fundação e do Estatuto, no Município de Maragogipe, tendo o Tadeu Nunes como o Coordenador da Comissão de Elaboração do Estatuto.

 

Data Oficial de Fundação: 

A data Oficial de Fundação da AMO-BA é 18/08/2001.

A sede da AMO-BA, em Salvador, começou a ser articulada por Humberto Oliveira de Albuquerque (Beto Salsicha), e outros irmãos, em setembro de 2005, em uma reunião no Bahia Park Hotel. Teve sua inauguração oficial em 19/03/2006 e ficava na Rua das Cacimbas 189, em Itapoã, em um imóvel cedido pelo nosso irmão motociclista Hugo Vidal, do Hotel Praia da Sereia.

A AMO-BA, fundada em 18/08/2001 em Jacobina, com Assembleia de aprovação do Estatuto, ocorrida em Guanambi em 14/12/2001, e Assembleia de Assinatura de Ata de Fundação ocorrida em Maragogipe em 10/02/2002, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, e duração por tempo indeterminado, com sede no município de Guanambi, Estado da Bahia, à Rua Mor Para, 211 - Monte Pascoal - 46.430-000
transfere sua sede e foro para Rua Benjamim Constant Nº 151, Centro, 44.190-000 - Santo Estevão - BA.

Atualmente a sede virtual  se encontra registrada à Avenida Antônio Carlos Magalhães, nº 846, Ed. Maxcenter, salas 337 e 338, Itaigara, Salvador/BA, CEP 41825-000

 

O Encontro no Rio Vermelho, em Salvador – Como surgiu.

Do Stiep pra Barra…
Segundo Figueiredo, “em 1998, Meron, o Papa da Estrada e outros grupos se reuniam num barzinho no Stiep; ele me convidou e eu aceitei. Mas o local era obscuro, dentro de um condomínio, e não oferecia boas condições”.
Então, Figueiredo e Calil saíram a procura de um outro local e encontraram o “Acarajé do Farol”, no bairro da Barra, que pertencia a um irmão motociclista, e passaram a se reunir lá.
Da Barra pro Rio Vermelho…
Mas o local na Barra não estava adequado. As motos ficavam expostas na rua, onde os movimentos de ônibus e carros eram perigosos.
Então, mais uma vez, Figueiredo e Calil saíram em busca de outro local, “onde houvesse tranquilidade para nós e nossas Máquinas. Onde pudéssemos ver e apreciar nossos equipamentos e tivesse um barzinho, com mesas, cadeiras e pessoas decentes a nos cercar. Foi assim que, em 1999, escolhemos o Largo da Igrejinha (de Santana), no Rio Vermelho. “Conversamos com o proprietário do Bar Bitúrico, que aceitou a ideia”. E então, conforme Beto, “pedimos autorização ao Capitão Lázaro, da 12ª Cia Independente da PM, para estacionarmos as motos no calçadão, o qual, de pronto, atendeu ao Moto Grupo da Bahia… E começamos a nos reunir lá”. Porém o espaço se tornou pequeno para o grande número de motos e visitantes no local.
Foi daí que, em uma certa quinta-feira, em 1999, Neves e suas “sirenes” convidou a turma para se transferir pro Largo da Mariquita… E assim foi feito.
Nascia, assim, os Encontros no Rio Vermelho, no Largo da Mariquita.
Participaram dessa empreitada: Moto Grupo Da Bahia, Carlos R B de Figueiredo, Roberto Calil, Osvaldo Meron, Beto Albuquerque, Papa Estrada MG, Estradeiros ME, Neves.

 

Se você tiver alguma informação, fotos ou filmes, sobre a história da AMO-BA, mande pra gente. Participe. Esta história também é sua.

 

Mensagem do Mário Barreto, em Fev/2014. 
“Meus amados, é muito bom resgatar nossa história. Relembrar os encontros com os nobres veteranos, grandes alegrias nos encontros de sábados e domingos na Sede, com muita música promovida pela saudosa Moto Banda, onde se apresentava com os músicos amigos motociclista, a exemplo do irmão Nevito da Bahia, o mestre na bateria e na preparação de toda estrutura da banda (na foto com pandeiro). Ele chegava cedo na sede, varria e limpava tudo, arrumava as mesas e ficava com sua alegria aguardando a chegada de todos para o grande encontro dos amigos. Regado à boa cerveja gelada, big feijoada, dobradinha, churrascos e salgados variados. E para completar o delicioso sorvete que era vendido na casa vizinha à grandiosa sede da AMO-BA. Referência dos motociclistas de Salvador e, também, visitada por irmãos de toda a Bahia e Estados vizinhos. Lindas e deliciosas lembranças que teremos de volta com muita fé em Deus e nos trabalhos dos motociclistas da Bahia. Vou procurar algumas fotos…”.
Mário Barreto – Aranhas do Asfalto Moto Grupo – Camaçari/BA – Diretor de Moto Clubes e Eventos da AMO-BA.