O Encontro no Rio Vermelho, em Salvador – Como Surgiu.

Do Stiep pra Barra…
Segundo Figueiredo, “em 1998, Meron, o Papa da Estrada e outros grupos se reuniam num barzinho no Stiep; ele me convidou e eu aceitei. Mas o local era obscuro, dentro de um condomínio, e não oferecia boas condições”.
Então, Figueiredo e Calil saíram a procura de um outro local e encontraram o “Acarajé do Farol”, no bairro da Barra, que pertencia a um irmão motociclista, e passaram a se reunir lá.
Da Barra pro Rio Vermelho…
Mas o local na Barra não estava adequado. As motos ficavam expostas na rua, onde os movimentos de ônibus e carros eram perigosos.
Então, mais uma vez, Figueiredo e Calil saíram em busca de outro local, “onde houvesse tranquilidade para nós e nossas Máquinas. Onde pudéssemos ver e apreciar nossos equipamentos e tivesse um barzinho, com mesas, cadeiras e pessoas decentes a nos cercar. Foi assim que, em 1999, escolhemos o Largo da Igrejinha (de Santana), no Rio Vermelho. “Conversamos com o proprietário do Bar Bitúrico, que aceitou a ideia”. E então, conforme Beto, “pedimos autorização ao Capitão Lázaro, da 12ª Cia Independente da PM, para estacionarmos as motos no calçadão, o qual, de pronto, atendeu ao Moto Grupo da Bahia… E começamos a nos reunir lá”. Porém o espaço se tornou pequeno para o grande número de motos e visitantes no local.
Foi daí que, em uma certa quinta-feira, em 1999, Neves e suas “sirenes” convidou a turma para se transferir pro Largo da Mariquita… E assim foi feito.
Nascia, assim, os Encontros no Rio Vermelho, no Largo da Mariquita.
Participaram dessa empreitada: Moto Grupo Da Bahia, Carlos R B de Figueiredo, Roberto Calil, Osvaldo Meron, Beto Albuquerque, Papa Estrada MG, Estradeiros ME, Neves.
 

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